Dor no pescoço?

A queixa de dor no pescoço, ou cervicalgia, é muito comum nos tempos atuais, principalmente para pessoas que trabalham com computador ou que passam muito tempo com seus celulares e smartphones.  Muitas pessoas procuram o Método Pilates como alternativa de tratamento, e com excelentes resultados.

A dor cervical pode ter duas origens bem distintas: a traumática, que tem relação com quedas, golpes na cabeça ou lesão em chicote,  e a funcional, ocasionada por lesões por esforço repetitivo, desequilíbrio muscular, hérnia discal e postura inadequada. A má postura é a principal fonte de dor, especialmente quando associada à atividades que exigem esforços estáticos e de baixa carga na coluna cervical e nas escápulas, como por exemplo, assistir um filme na tela do seu tablet.

Veja no desenho abaixo qual a sobrecarga imposta à sua coluna cervical, conforme a sua cabeça inclina-se para frente:
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Imagem:Internet

O Método Pilates é uma excelente escolha de tratamento, principalmente, por restabelecer um equilibro muscular, por melhorar a postura, o controle muscular e consequentemente a consciência corporal.

Deixamos aqui algumas dicas de como lidar melhor no seu dia-a-dia com as sobrecargas impostas aos seus ombros e pescoço:

1) Quem trabalha com o  computador deve fazer pausas em intervalos para movimentar a cabeça e os ombros. Alongamentos são muito bem vindos.

2) Ajuste a tela do seu computador, de forma que que você não precise inclinar a cabeça para baixo para enxerga-la. Lembre-se que quanto mais inclinada a sua cabeça, maior o peso a ser sustentado.

3) Atenção à sua postura! Para saber se a cabeça está no alinhamento correto, verifique se o lóbulo da sua orelha está alinhado com o seu ombro. Consciência corporal é a chave do tratamento!

Lembramos que antes de propor qualquer tratamento, uma rigorosa avaliação para compreendermos a origem da dor é necessária. Mesmo as alterações posturais podem estar comprometendo outas estruturas como articulação temporo-mandibular (ATM), escápulas, ombros, costelas, e até mesmo o sistema nervoso periférico.

Agende sua avaliação com a nossa equipe de fisioterapeutas e venha fazer Pilates com a gente!

 

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PILATES APLICADO A DOENÇA DE PARKINSON

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Imagem:Internet

O método Pilates apresenta muitos benefícios que visam à prevenção e a redução dos riscos de lesões, além de trazer alívio às dores crônicas, especialmente os problemas de coluna. A técnica abrange todo o corpo de maneira uniforme e busca fortalecer, equilibrar e alongar a coluna vertebral, proporcionando descompressão das tensões existentes.

Por esse motivo, o Pilates é uma técnica muito indicada para a reabilitação de pacientes com mal de Parkinson, uma doença neurológica que se caracteriza principalmente pela lentidão dos movimentos, rigidez muscular global e tremores em áreas específicas do corpo, ou mesmo generalizados. Ainda há a possibilidade de o paciente apresentar alterações e desequilíbrios na postura, dificuldades na fala e movimentos.

Uma vez que os movimentos do Pilates são controlados, eles podem fazer uma enorme diferença para pessoas com mal de Parkinson, pois os sintomas podem ser retardados e até mesmo controlados. São melhoras que podem ser notadas muito cedo pelos próprios pacientes: o andar, o equilíbrio, a força muscular e o alongamento da musculatura rígida.

A estimulação a prática deve ser feita com todo o cuidado, observando as especificidades de cada paciente. Os exercícios de solo ou com a utilização de aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio da consciência e da movimentação corporal e minimizando os sintomas.

Fonte:http://revistapilates.com.br/

 

PILATES NO TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

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Imagem:Internet

Você sabia que existem mais de 30 mil pessoas com esclerose múltipla no Brasil? É uma doença do sistema nervoso de causa ainda desconhecida, que atinge, principalmente, as mulheres mais jovens, entre 20 e 35 anos.

De acordo com o neurologista André Felicio, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), várias regiões do sistema nervoso podem estar envolvidas no desenvolvimento da doença, causando transtornos visuais, formigamentos e fraqueza muscular, falta de coordenação motora, tremores, incontinência urinária e alterações de sensibilidade. Um dos exames para o diagnóstico é a ressonância magnética.

A doença pode tornar as atividades do dia a dia um desafio para muita gente. Mas o neurologista acredita que os exercícios físicos focados na reabilitação podem ajudar os pacientes a evitar a progressão da doença. Um deles é o Pilates.

A catarinense Maria de Lurdes Knoth, de 61 anos, convive com a esclerose múltipla há cerca de dez anos. Tudo começou com uma enxaqueca que não passava. Depois de sentir a visão afetada, ela fez exames e descobriu a doença. “No início é muito difícil. Há alguns anos tive uma crise que me deixou paralisada, sem controle dos membros. Hoje, com o tratamento certo, levo uma rotina praticamente normal. Consigo me movimentar e fazer o serviço doméstico, andar de moto. A fisioterapia e o Pilates ajudam muito”, conta a paciente.

 

COMO O PILATES PODE AJUDAR?
De acordo com a fisioterapeuta Katiara Fernanda Costa, da Clínica Long Life Fisioterapia, o Pilates melhora a respiração e a circulação, diminuindo inchaços. Além disso, ele promove a manutenção da força muscular e da mobilidade, aumenta a flexibilidade e, em alguns casos, pode agir no tratamento de incontinências. “Toda pessoa com esclerose pode praticar o Pilates, não importa a severidade da sua incapacidade funcional ou de habilidade. A restrição só se aplica nos casos em que há alterações cognitivas”, afirma Katiara.

Porém, é preciso ter cuidado com as limitações do paciente. De forma geral, é comum que durante as aulas eles tenham fadiga por falta de força muscular, espasticidade (corpo pesado), falta de coordenação e equilíbrio. Segundo a instrutora, o trabalho no Pilates deve ser de forma progressiva, intensificando aos poucos a precisão dos movimentos. “O fisioterapeuta deve estar atento aos exercícios em ortostase (em pé), devido ao déficit de equilíbrio de alguns alunos. Sempre com um período de descanso, observando sua fadiga e sintomas relatados”, orienta Katiara.

VIDA SAUDÁVEL

Mesmo com as limitações da esclerose, existem algumas estratégias que ajudam o paciente a se manter móvel, produtivo e independente. A fisioterapeuta recomenda os alongamentos, que podem ser feitos em casa (deitado na cama ), exercícios aeróbicos de baixo impacto, como caminhada, sempre com acompanhamento. “Além dos cuidados com a postura no dia a dia. É preciso orientar os familiares em relação às atividades diárias. Quanto mais o paciente estimular, maior será sua independência”.

E a aluna Maria de Lurdes tem feito o dever de casa direitinho. Mesmo sem parte da visão, ela faz diversas atividades, pratica Pilates e até leva alguns exercícios para casa. “Com os exercícios, meus movimentos estão bem melhores, além de me trazer bem-estar. Costumo trocar experiências com outras pessoas que têm a doença, ouço música o dia todo, faço os serviços domésticos, ando de moto. Sei que tenho um problema de saúde, mas não me deixo dominar por ele”, relata a paciente.

Uma história pra se inspirar, né?

Fonte:http://revistapilates.com.br/